QUEM SOMOS E NO QUE CREMOS.

"E todos continuavam firmes, seguindo os ensinamentos dos apóstolos, vivendo em amor cristão, partindo o pão juntos e fazendo orações."
Atos 2.42 NTLH

Somos um grupo de pessoas que amando a Deus e uns aos outros decidiu se reunir semanalmente na cidade de Itajaí-SC. Nossos encontros acontecem nas casas ou em outros ambientes informais.
Primamos pela alegria e informalidade, aspectos próprios do viver comunitário e daquela expressão viva da igreja do primeiro século.

Desejamos viver como igreja orgânica, isto é, um corpo formado por pessoas e dons diversos, mas ligadas ao mesmo Deus e Palavra. Nessa diversidade temos a liberdade de expressar nossas habilidades para a glória do Senhor.

Somos um grupo simples, que não está preocupado com a institucionalização das formas e práticas. Acreditamos que o verdadeiro culto acontece na vida, no nosso ir e vir diário, e que os encontros coletivos são apenas uma parte desse viver em adoração (ver Jo 4.20-24).

Somos um grupo aberto àquelas pessoas que desejarem nos conhecer e viver a vida cristã sem uma roupagem formal e religiosa, mas cheia de vida e paz.

sexta-feira, 27 de junho de 2014


Reflexão: Efésios 5.21-33
 

A vivência da igreja simples (orgânica) em muito se assemelha a dinâmica familiar. Isso se dá entre outros fatores, pela proximidade e envolvimento entre os irmãos. Paulo destaca varias semelhanças entre a relacionamento conjugal e a relação entre Cristo e a Igreja. Neste sentido, podemos compreender os muitos desafios inerentes àquilo que o apostolo chama de “mistério” (v. 32).
 
De fato, tanto a relação conjugal quanto a comunhão entre os membros do Corpo, estão imersas em “mistérios”. Isso porque, há muitas coisas a serem descobertas e outras tantas que jamais descobriremos (entenderemos), ainda que empenhemo-nos ao máximo.
 
Reflitamos sobre algumas questões “misteriosas” do ser igreja, a semelhança da “misteriosa” relação conjugal.
 
O mistério implícito nas diferenças. Como no casamento, ser igreja com outros irmãos, é mergulhar no “mistério” da relação entre diferentes. Nessa caminhada, há vários princípios norteadores, entre os quais se destacam o amor e a submissão. Tais diferenças podem ser tanto uma oportunidade de crescimento quanto (infelizmente) razão para inúmeros conflitos de relacionamento e ideias.
 
A verdade é que, não há a mínima possibilidade de sermos igreja sem encararmos e convivermos com as diferenças. Manter comunhão uns com outros não significa plena fusão, mas, a disposição para amar e submeter-se continuamente.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

CONGREGAR


Não deixemos de reunir-nos como igreja,
segundo o costume de alguns, mas procuremos
encorajar-nos uns aos outros, ainda mais
quando vocês veem que se aproxima o Dia”
(Hb 10.25 - NVI)

As citações desenfreadas e na sua maioria equivocadas do texto acima exposto, me instigam a tecer alguns comentários sobre o “congregar”.  Alguns se utilizam deste versículo para “exortar” as pessoas que optaram por não compactuar das mesmas atividades religiosas praticadas por eles.
Não são poucos os que associam o “congregar” com a frequência sistemática de um local, que a maioria chama de “igreja”, fato que os leva a considerar “desviados”, “sem igreja”, “rebeldes”, “insubmissos”, etc; aqueles que não fazem parte de instituições religiosas, nem frequentam reuniões litúrgicas. Isto se dá pela falta de entendimento do real significado da Igreja (questão que trataremos com maior profundidade em outra oportunidade).
Por hora nos deteremos numa abordagem clara e pratica do texto acima destacado. Tomando-o como base, poderemos ter um entendimento que torne mais contundente o “congregar-nos como igreja”.

“Não deixemos de reunir-nos ... segundo o costume de alguns”. Congregar é apenas nos reunirmos como Igreja. Isto significa estarmos juntos com outras pessoas, compartilhando vida por meio da oração, comunhão e palavra (At 2.42). Observando as palavras de Jesus: “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, estarei no meio deles” Estar reunido sob seu nome aponta para a centralidade nos evangelhos, seus ensinamentos e práticas. Não se trata do mero uso do nome de Jesus, numa fachada ou em slogans e frases de efeitos com é comum em muitos locais e ajuntamentos religiosos.
O escritor aos Hebreus nos adverte a respeito de muitos terem o costume de não se reunirem como Igreja. Esta é uma clara demonstração de total desconhecimento da verdade do evangelho de Jesus. Quem age assim, se coloca na contramão da edificação pessoal e mútua, dando claros sinais de sua não identificação com o Senhor da Igreja. Fica evidente que esta só pode ser uma inclinação natural daqueles que ainda não compreenderam, e outros que jamais compreenderão o chamado da graça.
Os filhos de Deus não devem se deixar levar pelo exclusivismo ou isolamento. Não há expressão do ser Igreja no isolamento premeditado. Eles são impulsionados pelo Espírito Santo, que os aproxima uns dos outros na convivência e proclamação do evangelho.

“... como igreja...”. Está claro que nem toda reunião de pessoas expressa o verdadeiro significado de Igreja, mas toda expressão da Igreja implica no coletivo, seja em encontros frequentes ou em outras manifestações. A ecclesia não depende das prerrogativas institucionais com nomenclaturas, hierarquias e liturgias; trata-se apenas da reunião de pessoas com objetivo de adorar ao Senhor, com liberdade e simplicidade.
Reuni-se “como igreja” não se relaciona com a frequência sistemática a um determinado local, ainda mais quando o mesmo é chamado de “igreja”. O que realmente importa é o encontro, as pessoas (Igreja), a edificação mutua por meio da palavra, oração e comunhão.
Quando nos reunimos como Igreja o Senhor se manifesta na coletividade por meio dos dons, conforme nos instrui Pedro: “Cada um exerça o do que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas” (1 Pe 4.10 - NVI). A verdadeira igreja inspira a participação de todos, contrariando aqueles que se assentam a espera que alguns poucos tenham o controle das reuniões, exercendo domínio impróprio. Recordemos as palavras de Paulo:Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação” (1 Co 14.26).

“Mas procuremos encorajar-nos uns aos outros”. Aqui está uma das maiores bênçãos decorrentes da vida comunitária do corpo de Cristo. Na caminhada com outros irmãos somos encorajados e encorajamos, fortalecidos e fortalecemos, ajudamos a levantar e somos levantados quando caímos.
Olhando por este ângulo, podemos concluir que aos nos reunirmos como Igreja somos os maiores favorecidos. Deus não precisa dos nossos ajuntamentos, mas nós necessitamos dele e uns dos outros. Neste sentido, deixar de “congregar” nos torna  mais vulneráveis ante as muitas lutas que enfrentamos diariamente.
Na falsa ideia proposta pelo congregar institucional, onde a montagem é teatral e truncada, há pouquíssima ou quase nenhuma abertura para o pleno exercício da mutualidade e encorajamento uns dos outros. Se não houver verdadeira convivência entre os irmãos, dificilmente desfrutaremos do pleno exercício dos dons. Se as reuniões forem liturgicamente “corretas” provavelmente serão incorretas do ponto de vista do engajamento e encorajamento proposto pelo evangelho.
Com é bom adorar a Deus juntamente com pessoas que se colocam ao nosso lado como “amigos mais chegados que irmãos”. Por meio de todos Deus manifesta sua graça, e assim seguimos o conselho paulino: “Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor” (Ef 4.2 – NVI)
                                    
“Ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia”. Dentre os muitos sinais bíblicos do final dos tempos, um dos mais relacionados com o viver congregacional é o “esfriamento do amor” (Mt 24.12). Segundo Jesus isso se daria principalmente “Devido o aumento da maldade”. A maldade reprime a manifestação do amor, e a tal esfriamento nos afasta uns dos outros. Por esta razão devemos redobrar nossa atenção, e dar o devido valor ao “congregar como igreja”.
Quanto mais caminhamos como discípulos de Jesus, mais nos aproximamos da consumação de todas as coisas. Tempo no qual o Senhor se manifestará para receber os eleitos e entregá-los ao Pai. Tal jornada deve ser marcada pela comunhão entre os irmãos na promoção da edificação uns dos outros, para a firme perseverança até “o Dia”.

Aos eleitos, unidos à Igreja de Jesus Cristo, e por sua graça e misericórdia ligados uns aos outros em comunhão.


Riva

sexta-feira, 10 de maio de 2013

OUVIR


Este é o meu filho amado em quem me agrado. Ouçam-no! (Mt 17.5)


Sem duvida alguma uma das principais características de um autentico filho de Deus é a sua inclinação para ouvir a Sua voz. Jesus afirmou que suas ovelhas “... ouvem a sua voz... ” (Jo 10.3). No mesmo texto de João 10, ele também desta que elas (suas “ovelhas”) “nunca seguirão um estranho; na verdade fugirão dele, porque não reconhecem a voz de estranhos (v.4).

Acredito ser oportuna tal reflexão, pois vivemos numa época onde a comunicação é uma das principais estratégias de propagação de informações e influência sobre as pessoas. Sendo assim, é de fundamental importância sabermos a quem ouvir, pois nossas palavras e ações serão frutos das informações corretas ou destorcidas que estivermos absorvendo.

Naquele momento de grande gloria, diante da transfiguração de Jesus; Deus se manifestou como o Pai que afirma o filho, deixando uma orientação clara para os três discípulos: “Ouçam-no!” É evidente que tal afirmação deve ser levada a serio por todos os eleitos, afinal, não nos compete outra coisa a não ser obedecermos a sua voz. Quem é nascido de Deus se compraz em ouvi-lo. Consideremos alguns pontos que podem nos auxiliar na desafiadora tarefa de ouvir a “voz do Senhor” e andar segundo Ele nos propõe.

  1. Como o próprio Jesus afirmou: “... elas (“ovelhas”) conhecem a sua voz...” (Jo 10.4). Ninguém conhece a voz do Senhor a menos que seja por ele conhecido. Isto significa dizer que tal realidade decorre do novo nascimento, e que apenas os eleitos de Deus, regenerados por seu amor e misericórdia poderão ouvir e discernir o que ele diz e porque diz. Trata-se de um aspecto inerente à relação Pai e filhos. Algo que se desenvolve na caminhada diária e no desenvolvimento de uma relação estreita e saudável, pautada pelo devido embasamento na doutrina bíblica.
  2. Seguindo a ordem divina, devemos analisar os principais temas à luz dos ensinamentos de Jesus. Essa é a principal maneira de ouvi-lo. Seus ensinos são fundamentais para um viver pautado pela adoração sincera ao Pai e uma caminhada digna do discipulado cristão. Devemos observar, por exemplo, o que os ensinamentos do Mestre revelam sobre questões como: adoração, igreja, comunhão, contribuições materiais (dízimos e ofertas), amor ao próximo, proclamação do evangelho, e tantas outras.

À medida que nos envolvemos com questões de caráter religioso é comum assumirmos posturas, falas e ideias; sem antes as avaliarmos com base nos ensinos de Jesus. Tal inclinação nos torna muito mais vulneráveis diante de práticas que não sejam reflexo daquilo que corresponde a andarmos em sintonia com: “Ouçam-no”! Nenhuma outra voz, ensino ou influência pode ser mais atraente do que a voz do Supremo Pastor, aquele que dá a sua vida pelas ovelhas.

  1. Convém lembrarmos que a Igreja de Jesus Cristo está fundamentada sobre a “doutrina dos apóstolos” (At 2.42). Compreender os ensinos deixados pelos primeiros seguidores de Cristo é uma das melhores maneiras de darmos ouvidos à Sua voz. Isso demonstra quão importante é o embasamento doutrinário para um caminhar alinhado com o propósito divino. Fugir da solidez doutrinaria é semelhante a construir uma casa sobre a areia.

A falta da doutrina bíblica e as muitas interpretações infundadas tem sido a causa de praticas estranhas ao evangelho de Jesus e a manifestação de inúmeros escândalos. Ouçamos a doutrina bíblica, e a partir dela desenvolvamos práticas simples e transformadoras, próprias dos autênticos filhos de Deus.

  1. Creio que outra maneira saudável de “ouvirmos Jesus” é interagindo com os irmãos da fé. Pessoas que procuram caminhar com base nos ensinos do Mestre. Neste caso, os encontros coletivos são de fundamental importância para a edificação mutua e os constantes ajustes na caminhada. Cada participante contribui com seus dons, compartilhando e recebendo. Através do compartilhamento coletivo podemos discernir melhor o que Jesus nos ensina com base em sua Palavra, evitando “achismos” e principalmente, praticas desconexas com a verdade divina.

Atentemos para a orientação divina: “Ouçam-no!” Que este apelo nos atraia aos fundamentos da fé bíblica, e nos afaste da falsa espiritualidade baseada nas emoções e tantas manifestações vestidas da roupagem religiosa, mas desprovida do verdadeiro sentido cristão. Voltemo-nos para a comunhão com o Senhor, atentos aos ensinos do Mestre, fundamentados na doutrina dos apóstolos e sem desprezar o viver em comunhão com os irmãos. Assim, a voz do Senhor será muito mais clara e manifesta em nosso viver.

Riva

sexta-feira, 3 de maio de 2013

FRUTOS





“Todo aquele que ouve estas minhas palavras e as pratica” (Mt 7.24)


Na ótica do que Jesus ensina no Sermão do Monte, o grande diferencial entre “uma pessoa qualquer” e aquela que realmente adora a Deus e faz sua vontade, é o comprometimento com a prática da Palavra.

A fundamentação e as ações (práticas) decorrentes do ensino bíblico distinguem os verdadeiros dos falsos profetas. Os últimos se apresentam de forma religiosamente “impecável”: “profetizam, expelem demônios e fazem milagres” (Mt 7.22). Tais atitudes facilmente são acatadas e celebradas pelo povo, mas Jesus não se impressiona com as mesmas, e as caracteriza como “praticas iníquas”. Para ele, o que vale é aquele que “faz a vontade do Pai” (Mt 7.21), esse, “entrará no reino dos céus”. 

Portanto, o grande sinal é “ouvir e praticar a palavra”. Neste sentido, “ouvir” é muito mais do que apenas ter acesso (contato) com a palavra. É recebê-la no coração.

Se a prática bíblica é a grande característica daqueles que agradam a Deus, devemos ter clareza a respeito dos mesmos. Quem são estes que podem “ouvir e praticar” a Palavra? Ao compreendermos a doutrina bíblica da eleição dos santos, entende-se também que esta é uma graça outorgada aos eleitos de Deus. Estes, iluminados pelo Espírito Santo, podem ouvir e entender aquilo que o Senhor lhes ensina por meio da Bíblia.

Tendo isso em mente, não estranharíamos os frutos danosos, gerados pelos falsos profetas cada vez mais presentes nas tribunas e mídias das instituições religiosas. Na verdade, o que eles praticam, apenas comprova o que Jesus sentenciou: “Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?” (Mt 7.16). 

Tomando a Palavra de Deus como base, estejamos atentos a tudo o que é falado e realizado em nome da fé. Assim, identificaremos os frutos de cada um.


Riva

quarta-feira, 17 de abril de 2013

"Em Secreto"


E seu Pai, que vê o que é feito em secreto, o recompensará” (Mt 6.4)

 
Interessante observarmos como questões cruciais do dia a dia, são tratadas na perspectiva divina. Sobretudo aquelas que geralmente ganham maior destaque, quando as pessoas tentam demonstram publicamente sua fé. Notemos por exemplo, como Jesus expõe o tema das “esmolas” e a “oração”. Em ambos os casos, o Mestre, difere completamente das praticas adotadas pelos religiosos.

Em relação ao compartilhar doações (“esmolas”), os religiosos faziam questão de demonstrar o que doavam, quanto doavam e como doavam. A princípio, o foco não era o suprimento dos necessitados, mas, a “piedade” dos doadores. Com isto, eles julgavam estar agradando a Deus. Esta é tendência humana. Todavia, Jesus deixou claro que as fanfarrices religiosas não demonstram o verdadeiro espírito da fé cristã. O cristão deve compartilhar de forma anônima: “Quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas...” (Mt 6.2); “... Que sua mão esquerda não saiba o que está fazendo a direita” (Mt 6.3).

No caminho do evangelho de Jesus, compartilhar com os necessitados, está longe de ser uma abertura para a proclamação publica ou estratégia de marketing para arrecadação de mais recursos, muito menos justificativa para quaisquer outras questões. Trata-se apenas da expressão singela do amor cristão, sem nenhuma prerrogativa de barganha ou coisa similar.

Outro tema relevante nessa questão é a abordagem feita por Jesus, sobre o tema da oração. Neste caso, a ênfase é muito maior. Enquanto os religiosos daqueles dias, e os atuais persistem em fazer da oração uma das principais expressões exteriores de sua “fé”, o Mestre ensina o oposto: “E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas” (Mt 6.5). Sua proposta foi a não imitação da pratica religiosa, porque o que eles faziam trazia louvores a si próprios e não a Deus.

Jesus nunca tratou a oração como um ato de exibição de poder ou pretensa promoção pessoal. Para ele, oração era intimidade pessoal, descrita numa relação tão estreita quanto a de pai e filho. É um convite ao secreto: “... vá para o seu quarto, feche a porta...” (Mt 6.6), à pessoalidade e ao anonimato. Não há necessidade de gritos, muito menos de se preocupar com o tempo ou com as absurdas listas de pedidos. Basta se achegar a Ele, sabendo que “o Pai vê em secreto”.

O ensino de Jesus simplifica muitas coisas que os religiosos complicam. A religiosidade humana vive tão imersa em valores e praticas triunfalistas, exibicionistas e carnais, a ponto de considerar espiritual, coisas que o evangelho desconsidera. Nesse mundo de tantas instituições, “lideres”, “modelos” e manifestações publicas; as palavras do Sermão do Monte precisam ecoar entre os eleitos de Deus. Não podemos nos curvar àquilo que não expressa genuinidade cristã, muito menos aos ritos e vícios religiosos.

Aceitemos o chamado à simplicidade, caminhando como anônimos, fugindo dos holofotes das instituições religiosas e seus inúmeros apelos. O foco divino é o nosso coração. Ele sabe o que nos motiva, e desconsidera nossas ações, quando o exterior sobrepõe o “secreto”.

Riva